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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Trabalho de Direito Penal – Questão 5




O PROBLEMA EXPOSTO NO DOCUMENTÁRIO É NÍTIDA CONSEQÜÊNCIA DAS LEIS PENAIS BRANDAS QUE TEMOS NO BRASIL. – Disserte sobre isso.




Como foi exposto no documentário, há muito mais a ser estudado no tráfico do que apenas o quão rigorosamente são impostas as leis. Como poderemos comparar tal analogia, quando se há tantos outros detalhes a se modificar? Começando pelo comportamento equívoco e corrupto de tantos policiais, assim como a evidente ignorância apresentada pelos próprios delinqüentes em relação às leis que estão sendo infringidas. Não se trata do "nível" de força que uma lei impõe, mas sim a capacidade que o brasileiro tem de cumprí-la. Não podemos simplesmente exigir uma realização mais assídua e pragmática da parte do povo comum, quando aqueles que são responsáveis por sua segurança demonstram fazer exatamente o contrário. Ou seja, a contradição de exigir respeito à constituição não nos é cabível, uma vez que nossas próprias autoridades se demonstram pouco inclinadas a aderir ao mesmo comportamento. Ouso dizer que o código penal brasileiro está apto a corrigir as mais inimagináveis mazelas que possam vir a corroborar o crescimento de nossa população, entretanto a força de tal jurisprudência será anulada enquanto a injustiça e a despreocupação de nossas autoridades forem maiores do que a vontade de mudar nossa falha e miserável realidade.









































segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Disco Quebrado

Como uma faixa arranhada que sempre toca a mesma musica, minha vida parece insistir em ir sempre na mesma direção. Não importa o quanto demore, o destino simplesmente da um jeitinho todo especial e meticuloso de voltar a estaca zero e rodopiar em volta de si mesmo. De novo e de novo. E mais uma vez.

Pessoas diferentes, erros iguais.

E a pergunta que me atormenta: Até quando?

sábado, 13 de agosto de 2011

Carma?



Uma teoria espiritual diz que, se erramos em algo ou não evoluímos na nossa vida passada em determinado assunto, trazemos suas consequências para a vida atual, na esperança oscilante de tentar consertar o tal "defeito".


Crenças a parte, pergunto-me: Ha verdade nisso? Ha algum sentido lógico/verídico nessa teoria? E se houver?


Cara, se houver, então eu já sei uma boa parte da resposta.


Simples. Desastrado. Incandescente.


Como palavras em neon que piscam sem parar, dizendo: "Eu sou o erro."


Será que eu fui prostituta assassina em alguma vida passada? Será que eu fui alguma espécie de "hannibal"? Será que fui um serial killer ou uma mafiosa promiscua?


Serio, não pode ser possível que não seja isso. Deve ser um carma que eu carrego ha milênios, algo que simplesmente me assombra por todas minhas possíveis e improváveis encarnações.


Romance.


Leio-os, observo-os e, por mais irônico que possa parecer, eu ate mesmo os crio.


Mas a coisa se torna bem diferente quando se torna real.


E esse é o meu problema. Romances são coisas bem distintas de mim.


E eu?


Bem, eu não nasci pra romances.






quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Meat is Murder - The Smiths

O gemido do bezerro poderia ser choro humano
Aproxima-se a faca gritante
Esta linda criatura deve morrer
Esta linda criatura deve morrer
Uma morte sem razão
E morte sem razão é assassinato
E a carne que você distraidamente frita
Não é suculenta, saborosa ou algo do tipo
É morte sem razão
E morte sem razão é assassinato

E o vitelo que você destrincha com um sorriso
É assassinato
E o peru que você fatia festivamente
É assassinato
Você sabe como os animais morrem?

Os aromas da cozinha não são familiares
Não são "acolhedores", "confortáveis" ou algo do tipo
E o sangue sendo frito e o profano odor
De assassinato
Não é "natural", "normal" ou algo do tipo
A carne que você animadamente frita
A carne em sua boca
É você saboreando o sabor
De assassinato
Não, não é outra coisa, é assassinato
Não, não é outra coisa, é assassinato

Oh... E quem ouve quando os animais choram?