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sábado, 20 de novembro de 2010

O tal do "Tao Te King"

Algo muito estranho tem me acontecido ultimamente. Algo que eu tinha ignorado por um tempo, crendo que não fosse digno de minha atenção. Ironicamente, e sempre quando eu resolvo ignorar que a coisa fica "forte".
Há um tempo atrás, eu li sobre um livro chamado Tao te King, e obviamente, seu assunto me interessou. Eu pensei tanto, tanto nele, que de repente, todos os meus passos levavam ao nosso encontro. Eu o vi em livrarias, escutei pessoas falando sobre ele e , quando distraidamente passava o tempo em sites aleatórios, deparava-me com seu nome. E foi isso que se repetiu pela milésima vez ao dia , há apenas uns 20 minutos, eu acabei por ler um trecho do livro, sem nem ao menos ter procurado por ele.
Seria isso a lei da atracão? Seria a tal física quântica se metendo na minha vida, de novo? Seria apenas uma coinscidencia?
Antes fosse.
Eu interpreto isso como sinais. Sinais estranhos e repetitivos, que apenas afirmam o fato de que eu preciso ler esse livro o quanto antes.
O por que? Eu ainda não sei.
Vou postar o pequeno trecho que eu acabei de ler, pra deixar nítido o quanto ele me parece atraente:

“Trinta raios convergentes, unidos ao meio, formam a roda, mas é seu vazio central que move o carro.

O vaso é feito de argila, mas é o seu vazio que o torna útil.
Abre-se portas e janelas nas paredes de uma casa, mas é seu vazio que a torna habitável.

Assim... não tema o vazio, talvez ele seja o maior presente que recebemos. A verdade é que sem o vazio seríamos tristes caricaturas de quem de verdade podemos ser. Seja corajoso. Aceite-o e permita que ele lhe inspire a tornar-se quem você de verdade é.
O que seria de uma vida sem o mistério... sem a noite... sem as estrelas?
É no vazio que mora a nossa musa, e as mais belas ideias, e os sonhos, e a poesia...
Aceite o vazio e... se puder... ame-o.
O que vai acontecer então?...
Não vou lhe dizer!"



Lindo, não?

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